VoltarPancadas de chuva devem se concentrar na parte sul da região; temperaturas variam entre 13°C e 26°C
Baixar áudioA previsão do tempo para o Sul do país, nesta quinta-feira (16), indica céu de muitas nuvens e chuvas de diferentes intensidades para toda a região ao longo do dia, mais intensas e acompanhadas de trovoadas no centro-sul do território.
Pela manhã, a previsão é de muitas nuvens e chuvas isoladas para todo o Rio Grande do Sul, quase todo o estado de Santa Catarina — à exceção do extremo-norte do litoral — e centro-oeste do Paraná. As chuvas devem amanhecer mais intensas em todo o Rio Grande do Sul, centro-oeste de Santa Catarina e oeste do Paraná e vir acompanhadas de trovoadas no centro-sudoeste gaúcho e extremos-oeste catarinense e paranaense.
Durante a tarde, as chuvas tomam toda a região, enquanto as pancadas de chuva se expandem para quase todos as áreas dos estados de Santa Catarina e do Paraná — à exceção dos extremos-nordeste —, acompanhadas de trovoadas no centro-sudoeste gaúcho, oeste de Santa Catarina e sudoeste do Paraná.
À noite, as pancadas de chuva tomam todo o Paraná e Santa Catarina e deixam o oeste do Rio Grande do Sul. As trovoadas se restringem ao sudoeste paranaense, centro-oeste de Santa Catarina e centro-leste gaúcho.
O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu alerta de perigo potencial de tempestade para todo o Rio Grande do Sul, Santa Catarina e centro-sul e oeste do Paraná, além de alerta de perigo potencial de ventos costeiros para todo o litoral gaúcho.
Entre as capitais, a temperatura mínima prevista é de 13°C, em Curitiba. Já a máxima pode chegar até 26°C, também em Curitiba. A umidade relativa do ar varia entre 40% e 100%.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
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Baixar áudioA previsão do tempo para a Região Centro-Oeste, nesta quinta-feira (16), indica a presença de muitas nuvens para a maior parte da região e chuvas de diferentes intensidades para todos os estados durante o dia, mais intensas e acompanhadas de trovoadas no oeste da região.
O dia amanhece com a previsão de muitas nuvens para toda a região e possibilidade de chuvas isoladas para todo o Mato Grosso, quase todo o Mato Grosso do Sul — à exceção do extremo-nordeste — e extremo-noroeste de Goiás, que devem amanhecer mais intensas no centro-oeste e norte de Mato Grosso e centro-oeste de Mato Grosso do Sul e acompanhadas de trovoadas no extremo-noroeste mato-grossense.
Durante a tarde, as chuvas isoladas tomam todo o Mato Grosso do Sul e leste de Goiás, enquanto as pancadas de chuva tomam todo o Mato Grosso e centro-sul de Mato Grosso do Sul. As trovoadas se restringem ao leste mato-grossense e extremo-sul de Mato Grosso do Sul.
À noite, as chuvas isoladas tomam toda a região, mais intensas no centro-noroeste de Mato Grosso e sudoeste de Mato Grosso do Sul e acompanhadas de trovoadas no norte e leste mato-grossense e sul de Mato Grosso do Sul.
O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu alerta de perigo potencial de tempestades para o centro-oeste de Mato Grosso do Sul, oeste e extremo-sul de Mato Grosso e extremo-sudoeste de Goiás, alerta de perigo potencial de chuvas intensas para todo o Mato Grosso, além de alerta de perigo de chuvas intensas para o norte de Mato Grosso.
Entre as capitais, a temperatura mínima prevista é de 18°C em Brasília. Já a máxima pode chegar até 34°C, em Cuiabá. A umidade relativa do ar varia entre 35% e 95%.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
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Baixar áudioA previsão do tempo para a Região Sudeste do país, nesta quinta-feira (16), é de céu de poucas nuvens para a maior parte da região e poucas chuvas de diferentes intensidades para partes de Minas Gerais e de São Paulo, mais presentes a partir da tarde.
Pela manhã, a previsão é de céu de poucas nuvens para quase toda a região e possibilidade de chuvas isoladas para o extremo-sudoeste de São Paulo.
Durante a tarde, a possibilidade de chuvas isoladas toma o extremo-oeste de Minas Gerais e todo o centro-sudoeste paulista e se intensifica no extremo-sudoeste do estado, mas sem trovoadas.
À noite, as chuvas isoladas tomam quase todo o estado paulista — à exceção da porção central do extremo-norte — e a porção leste de Minas Gerais e se intensificam no extremo-sul de São Paulo.
Entre as capitais, a temperatura mínima prevista é de 15°C em Belo Horizonte e São Paulo. Já a máxima pode chegar até 30°C, no Rio de Janeiro e em Vitória. A umidade relativa do ar varia entre 35% e 100%.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
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Baixar áudioA previsão do tempo para a Região Norte do país, nesta quinta-feira (16), indica céu com muitas nuvens e pancadas de chuva acompanhadas de trovoadas para quase toda a região ao longo do dia — à exceção do sul do Tocantins, onde deve chover com menor intensidade.
Pela manhã, a previsão é de muitas nuvens para toda a região e pancadas de chuva acompanhadas de trovoadas para quase todo o território. Os extremos-norte de Roraima e do Amapá e a faixa central do Tocantins devem amanhecer sem trovoadas, mas ainda sob chuvas fortes, enquanto o sul e extremo-sul do Tocantins devem amanhecer sob chuvas isoladas e sem chuvas, respectivamente.
Durante a tarde, as chuvas tomam todo o Tocantins e as pancadas de chuva acompanhadas de trovoadas tomam o restante da região. Somente a faixa central do Tocantins deve permanecer sob chuvas intensas mas sem trovoadas. Essas condições devem se manter até a noite.
O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu alerta de perigo potencial de chuvas intensas para quase toda a região — à exceção do extremo-norte de Roraima e sul do Tocantins —, além de alerta de perigo de chuvas intensas para todo o norte e centro-leste do Amazonas, centro-nordeste de Rondônia, quase todo o Pará — à exceção do extremo-noroeste —, centro-sul do Amapá, sul de Roraima e extremo-norte do Tocantins.
Entre as capitais, a temperatura mínima prevista é de 23°C, em Palmas e Rio Branco. Já a máxima pode chegar até 34°C, em Boa Vista. A umidade relativa do ar varia entre 45% e 100%.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
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Baixar áudioA previsão do tempo para a Região Nordeste do país, nesta quinta-feira (16), indica céu de muitas nuvens para toda a região e chuvas de diferentes intensidades com algumas trovoadas para quase todo o território ao longo do dia, mais intensas à tarde.
Pela manhã, a previsão é de céu de muitas nuvens para toda a região e chuvas isoladas para todo o Maranhão, Piauí, Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba e litoral entre Pernambuco e Salvador, incluindo todos os estados de Alagoas e Sergipe. As chuvas devem amanhecer mais intensas em todo o Maranhão, Rio Grande do Norte, centro-norte do Piauí e do Ceará e litoral da Paraíba e vir acompanhadas de trovoadas no centro-norte do Maranhão, norte do Piauí e noroeste do Ceará.
Durante a tarde, as chuvas tomam quase toda a região — à exceção do sul da Bahia —, enquanto as pancadas de chuva isoladas e as trovoadas se mantêm sobre as mesmas áreas.
À noite, as chuvas isoladas deixam a coluna central da Bahia e o sertão nordestino, se restringindo ao Maranhão, Piauí, Ceará, Rio Grande do Norte, centro-leste da Paraíba, litoral entre Pernambuco e Aracaju e oeste da Bahia. As pancadas de chuva se restringem ao Maranhão, centro-oeste do Piauí, norte do Ceará e do Rio Grande do Norte e litoral norte da Paraíba, acompanhadas de trovoadas no Maranhão, norte do Piauí e extremo-noroeste do Ceará.
O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu alerta de perigo potencial de chuvas intensas para todo o Maranhão, Ceará, Rio Grande do Norte, centro-norte e oeste do Piauí e litoral da Paraíba, além de alerta de perigo de chuvas intensas para o centro-norte do Maranhão, norte do Piauí e extremo-noroeste do Ceará.
Entre as capitais, a temperatura mínima prevista é de 23°C em Aracaju, Salvador e São Luís. Já a máxima pode chegar até 31°C, em João Pessoa. A umidade relativa do ar varia entre 60% e 100%.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
Copiar o textoEntidade entrega cartas a deputados e senadores e pede que proposta não seja votada em ano eleitoral
Baixar áudioA Confederação Nacional da Indústria (CNI) realizou, nesta terça-feira (14), uma mobilização para entregar cartas nominais aos 513 deputados federais e aos 81 senadores contra a redução da jornada de trabalho. No documento, a entidade solicita apoio dos parlamentares para que o Congresso Nacional amplie o diálogo sobre os impactos da mudança na economia e para que o tema não seja votado em ano eleitoral.
Na carta, o presidente da CNI, Ricardo Alban, manifesta preocupação com a possibilidade de o Congresso aprovar, em regime de urgência, propostas que alterem a jornada de trabalho. “Uma eventual redução da escala de trabalho terá impacto direto na competitividade do país, nos empregos formais e na produtividade das empresas brasileiras", destaca no ofício.
Ricardo Alban defende que propostas legislativas relacionadas à redução da jornada não sejam votadas de forma apressada, especialmente em ano eleitoral.
“A conquista, para ser verdadeira, tem que ser sustentável. Nós temos toda uma discussão que precisa ser amadurecida e não precisa ser feita de forma açodada em ano eleitoral, quando as decisões não vão ser racionais, prudentes e sustentáveis”, afirma.
Segundo Alban, a indústria reconhece a importância do aperfeiçoamento das relações de trabalho, mas entende que mudanças dessa dimensão não devem ocorrer sem análise técnica consistente, transição adequada e ganhos reais de produtividade.
“A história recente contemporânea da relação capital-trabalho sempre foi feita de uma transição entre a melhoria das condições de trabalho e a redução de uma possível jornada de forma gradativa e com muito entendimento, sempre através de negociações. Nós queremos fazer isso. Mas tem que ser de forma sustentável. Nós precisamos aumentar a produtividade. Ninguém tem dúvidas de que produtividade é que determina as melhores condições de trabalho”, acrescenta.
Na carta, a CNI apresenta estudos recentes sobre o impacto econômico da redução da jornada semanal de 44 para 40 horas, com manutenção dos salários. Segundo as projeções, os custos com empregados formais podem aumentar entre R$ 178,2 bilhões e R$ 267,2 bilhões por ano para as empresas.
Somente para o setor industrial, o impacto pode alcançar cerca de R$ 88 bilhões anuais, com efeitos relevantes sobre investimentos, emprego formal e competitividade. De acordo com a entidade, os efeitos tendem a ser mais severos para empresas de menor porte, que possuem menor capacidade de absorver o aumento dos custos.
Ainda segundo os estudos da CNI, os preços ao consumidor final poderiam subir, em média, 6,2%. As compras em supermercados, por exemplo, teriam aumento estimado de 5,7%.
O texto encerra afirmando que o Brasil e o setor industrial contam com o apoio dos parlamentares para a manutenção dos empregos no país.
A carta foi entregue junto a um manifesto assinado pela CNI e por mais de 800 instituições da indústria, incluindo 27 federações estaduais, 98 associações setoriais e 741 sindicatos industriais.
Confira a carta na íntegra:
Carta Circular nº 75/2026-Pres.
Brasília, 13 de abril de 2026.
Aos Senhores e às Senhoras Parlamentares
Congresso Nacional
Senhor(a) Parlamentar,
A Confederação Nacional da Indústria (CNI) manifesta preocupação com a possibilidade de o Congresso Nacional decidir, em regime de urgência, propostas de mudanças na jornada de trabalho. Uma eventual redução da escala de trabalho terá impacto direto na competitividade do país, nos empregos formais e na produtividade das empresas brasileiras.
Nesse contexto, encaminhamos a Vossa Excelência o Manifesto da CNI “Escala 6X1: o Brasil precisa de mais competitividade, não de mais custos”, assinado em conjunto com a Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Sul (FIERGS) e por mais de 800 entidades representativas do setor produtivo. O documento expõe, de forma objetiva, as razões pelas quais o setor industrial entende que a matéria não deve avançar sem debate técnico qualificado e sem análise adequada de relevantes impactos econômicos e sociais.
A preocupação é concreta. Os efeitos tendem a ser mais severos para as empresas de menor porte. Projeções da CNI indicam que a redução da jornada para o limite de 40 horas semanais, com manutenção dos salários, pode elevar entre R$ 178,2 bilhões e R$ 267,2 bilhões por ano os custos com empregados formais na economia. O impacto pode alcançar cerca de R$ 88 bilhões ao ano para a indústria, com efeitos relevantes sobre investimentos, emprego formal e capacidade de competir. Já os preços para o consumidor tendem a ter alta média de 6,2% — as compras em supermercado, por exemplo, devem ficar 5,7% mais caras.
Essa preocupação se torna ainda mais sensível em setores intensivos em mão de obra e marcados pela forte presença de pequenas empresas, como a indústria têxtil e de panificação — ambos segmentos de ampla capilaridade, grande relevância para o emprego e menor margem para absorver aumentos abruptos e generalizados do custo do trabalho. Também sob a ótica setorial e regional, os impactos são expressivos e foram estimados em até R$ 11,5 bilhões no Norte; R$ 34,3 bilhões no Nordeste; R$ 22,7 bilhões no Centro-Oeste; R$ 142 bilhões, no Sudeste; e R$ 54,7 bilhões no Sul.
A indústria brasileira reconhece a importância do aperfeiçoamento das relações de trabalho, mas entende que mudanças dessa dimensão não devem ser feitas sem análise técnica consistente, transição adequada e vínculo com ganhos reais de produtividade. Sem isso, a tendência é de aumento de custos, pressão sobre preços, desestímulo a investimentos e ampliação da informalidade.
Em ano eleitoral, esse cuidado deve ser ainda maior. Temas de forte apelo social exigem responsabilidade, avaliação de impactos e visão de longo prazo, para evitar decisões precipitadas e efeitos negativos sobre a economia. Por isso, a CNI pede a atenção de Vossa Excelência ao Manifesto e solicita que a matéria não seja deliberada, sem que sejam levadas em conta a realidade econômica do Brasil e as necessidades concretas das empresas que atuam em seu estado.
O Brasil e a indústria nacional contam com Vossa Excelência para a manutenção dos empregos em nosso país.
Atenciosamente,
Antonio Ricardo Alvarez Alban
Presidente da CNI
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Baixar áudioA previsão das condições climáticas é um dos pilares para o manejo e o planejamento das lavouras no país. Nesse contexto, o novo ministro da Agricultura e Pecuária, André de Paula, visitou, nesta segunda-feira (13), a sede do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), em Brasília, para conhecer a estrutura operacional do órgão e discutir a ampliação da rede de monitoramento climático.
Acompanhado do secretário-executivo do Mapa, Cleber Soares, e da chefe de gabinete, Adriana Toledo, o ministro foi recebido pelo diretor do instituto, Carlos Alberto Jurgielewicz. No local, foi apresentada a estrutura do instituto, incluindo o Centro de Previsão Meteorológica, a área de processamento de dados e as instalações que passaram por reforma para modernização.
O processo de ampliação da rede de monitoramento foi um dos principais temas apresentados durante a reunião. Na ocasião, foram citados como exemplos o número de estações no Rio Grande do Sul, que passou de 44 para 98 em apenas um ano, e em Mato Grosso, onde a rede foi ampliada com a instalação de mais 27 unidades.
Ações em andamento também foram abordadas. Nas bacias dos rios São Francisco e Parnaíba, o projeto de implantação de 220 novas estações voltadas ao monitoramento na área de influência de Furnas, que deve mitigar os efeitos das mudanças climáticas, garantir maior segurança energética e apoiar a gestão eficiente dos recursos hídricos. Em Pernambuco, a previsão é de ampliação para 19 estações.
Ao final da visita, de Paula ressaltou a importância estratégica do Inmet para o desenvolvimento do agro brasileiro e os investimentos realizados na modernização do instituto. “Não dá para fazer uma agricultura de sucesso se você não tem a questão climática presente nas suas preocupações. E tudo que eu vi aqui dá conta do enorme investimento que foi feito nos últimos três anos”, afirmou.
O diretor Carlos Alberto Jurgielewicz celebrou os investimentos recentes e a nomeação de novos servidores para melhorar ainda mais os serviços do órgão. “Já temos hoje 85% de assertividade na nossa previsão meteorológica e, com a chegada dos novos concursados, nós conseguiremos aumentar essa efetividade, fazendo com que a gente possa entregar para o Brasil a melhor meteorologia com a melhor assertividade”, destacou.
O secretário-executivo Cleber Soares enfatizou que inovação, tecnologia e produtividade no campo precisam caminhar lado a lado com a meteorologia, ferramenta indispensável para o planejamento e a tomada de decisão no setor agropecuário.
Com 116 anos de atuação, o Inmet, vinculado ao Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), é a referência nacional no monitoramento do tempo e do clima para emissão diária de previsões, avisos de tempo severo e boletins agroclimatológicos, prestando serviços estratégicos para a agropecuária brasileira e para a sociedade. Atualmente, o instituto conta com cerca de 700 estações meteorológicas, entre automáticas e convencionais, além de uma rede parceira que reúne cerca de 10 mil estações cadastradas, ampliando a capilaridade das informações em todo o território nacional.
Copiar o textoEstudo estima que mais de 36 milhões de brasileiros com mais de 60 anos estão aptos a votar em 2026
Baixar áudioO número de brasileiros com 60 anos ou mais aptos a votar chegou a 36,2 milhões em 2026. Segundo levantamento da Nexus Pesquisa e Inteligência de Dados, a partir de dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), o total de votantes nesta faixa etária cresceu 74% em relação a 2010, enquanto o aumento do eleitorado geral foi de 15% no mesmo período.
Com esse crescimento, o grupo pode responder por quase um em cada quatro votos nas eleições deste ano (23,2%). O índice é praticamente o dobro da fatia de jovens de 16 a 24 anos (11,9%).
O peso desse eleitorado é especialmente relevante nas regiões Sul e Sudeste, onde a população é mais envelhecida. Rio Grande do Sul (29,3%), Rio de Janeiro (28%), Minas Gerais (26%) e São Paulo (24,6%) – quatro dos cinco maiores colégios eleitorais do país –, concentram as maiores proporções de eleitores 60+.
Participação que também se reflete nas urnas. Ainda de acordo com o levantamento, mais de 70 mil candidatos nas eleições municipais de 2024 tinham idade acima dos 60 anos, o que representou 15% do total de políticos, a maior proporção da história.
“Em um cenário de aguda polarização, em que a eleição de 2022 foi definida por menos de 2 milhões de votos de diferença de Lula para Jair Bolsonaro, conquistar o voto desse eleitor é mais do que estratégico”, destaca Marcelo Tokarski, CEO da Nexus.
Além de mais numeroso, o eleitor mais velho também tem se mostrado mais engajado. A taxa de abstenção entre a população com idade acima dos 60 anos caiu nas últimas eleições (37,1% em 2014; 36,4% em 2018; e 34,5% em 2022), enquanto a média geral do eleitorado subiu levemente (19,4%; 20,3% e 20,9%, respectivamente).
Entre aqueles com 60 a 69 anos, idade em que o voto ainda é obrigatório, o comparecimento chega a 85,7%. Já entre os maiores de 70 anos, para quem o voto é facultativo, a participação foi de 41,1% em 2022 e vem aumentando: a abstenção caiu de 63,6% em 2014 para 58,9% no último pleito. Segundo o estudo, esse grupo tende a ir às urnas por identificação política, o que o torna ainda mais estratégico para campanhas.
Copiar o textoEstudo aponta que 64,8% das 329 cidades analisadas apresentam falhas na divulgação de obras públicas
Baixar áudioMais de 64,8% dos municípios brasileiros apresentam baixos níveis de transparência na gestão de obras públicas, segundo dados de 2025 do Índice de Transparência e Governança Pública (ITGP-M). O resultado coloca a maioria das prefeituras nas faixas mais críticas do indicador e evidencia dificuldades estruturais na divulgação de informações sobre investimentos em infraestrutura.
O levantamento, que analisou 329 cidades das regiões Sul, Sudeste, Norte e Nordeste, apontou desempenho geral classificado como “ruim”, com média de 32,9 pontos em uma escala de 0 a 100. Além disso, cerca de um em cada quatro municípios não disponibiliza qualquer informação sobre obras em seus portais oficiais, ampliando o risco de falhas no controle e na fiscalização dos recursos públicos.
As conclusões foram apresentadas em um webinar promovido pela Transparência Internacional – Brasil, que reuniu servidores de diferentes entes federativos para discutir caminhos de melhoria na área. O evento também marcou o lançamento de duas notas técnicas baseadas nos dados do índice, sendo uma voltada aos estados e outra às prefeituras.
O diagnóstico revela ainda forte desigualdade regional. Enquanto municípios do Espírito Santo alcançam média considerada “boa”, com 70,2 pontos, localidades do interior de São Paulo e do Piauí apresentam desempenhos classificados como “péssimos”. Nos estados, apenas cinco unidades da federação divulgam informações completas sobre a execução financeira de obras públicas.
Entre os pontos mais críticos está a chamada “tríade de transparência ambiental e participativa”. Apenas 16,7% dos municípios publicam estudos de impacto ambiental e de vizinhança, e 16,4% divulgam dados completos sobre audiências ou consultas públicas relacionadas às obras, limitando a participação social e o acompanhamento por parte da população.
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Por outro lado, o estudo destaca experiências positivas em municípios de pequeno e médio porte, especialmente no Espírito Santo e em Santa Catarina. Essas cidades atingiram altos níveis de transparência ao utilizar plataformas compartilhadas, como painéis disponibilizados por Tribunais de Contas Estaduais, o que demonstra que soluções de baixo custo podem contribuir para ampliar o acesso às informações.
Criado para avaliar mais de 100 critérios, como dados abertos, integridade e participação social, o ITGP tem como objetivo estimular a transparência ativa e fortalecer a governança pública nos níveis estadual e municipal. O cenário identificado em 2025, no entanto, indica que ainda há desafios significativos para garantir prestação de contas adequada e reduzir vulnerabilidades à corrupção na execução de obras públicas no país.
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Baixar áudioO preço do boi gordo abre esta quarta-feira (15) em alta de 0,23%. A arroba é negociada a R$ 367,05, no estado de São Paulo.
INDICADOR DO BOI GORDO CEPEA/ESALQ
| DATA | VALOR R$* | VAR./DIA | VAR./MÊS | VALOR US$* |
|---|---|---|---|---|
| 14/04/2026 | 367,05 | 0,23% | 3,10% | 73,56 |
| 13/04/2026 | 366,20 | 0,16% | 2,87% | 73,28 |
| 10/04/2026 | 365,60 | 0,04% | 2,70% | 72,99 |
| 09/04/2026 | 365,45 | 0,12% | 2,65% | 72,15 |
| 08/04/2026 | 365,00 | 0,21% | 2,53% | 71,41 |
Nos atacados da Grande São Paulo, São José do Rio Preto e Descalvado, os preços do frango congelado apresentaram estabilidade, assim como os do frango resfriado. A primeira mercadoria é vendida a R$ 7,34, enquanto a segunda é comercializada a R$ 7,36.
PREÇOS DO FRANGO CONGELADO CEPEA/ESALQ - ESTADO SP
| DATA | VALOR R$ | VAR./DIA | VAR./MÊS |
|---|---|---|---|
| 14/04/2026 | 7,34 | 0,00% | 1,38% |
| 13/04/2026 | 7,34 | 0,96% | 1,38% |
| 10/04/2026 | 7,27 | -0,68% | 0,41% |
| 09/04/2026 | 7,32 | 0,41% | 1,10% |
| 08/04/2026 | 7,29 | 0,28% | 0,69% |
PREÇOS DO FRANGO RESFRIADO CEPEA/ESALQ - ESTADO SP
| DATA | VALOR R$ | VAR./DIA | VAR./MÊS |
|---|---|---|---|
| 14/04/2026 | 7,36 | 0,00% | 1,24% |
| 13/04/2026 | 7,36 | 0,96% | 1,24% |
| 10/04/2026 | 7,29 | -0,55% | 0,28% |
| 09/04/2026 | 7,33 | 0,41% | 0,83% |
| 08/04/2026 | 7,30 | 0,00% | 0,41% |
A carcaça suína especial também volta a apontar desvalorização de 2,73% no preço, sendo negociada a R$ 8,90 por quilo, nos atacados da Grande São Paulo.
PREÇOS DA CARCAÇA SUÍNA ESPECIAL (R$/kg)
| DATA | MÉDIA | VAR./DIA | VAR./MÊS |
|---|---|---|---|
| 14/04/2026 | 8,90 | -2,73% | -7,68% |
| 13/04/2026 | 9,15 | -4,29% | -5,08% |
| 10/04/2026 | 9,56 | 0,74% | -0,83% |
| 09/04/2026 | 9,49 | 0,32% | -1,56% |
| 08/04/2026 | 9,46 | 0,00% | -1,87% |
O preço do suíno vivo registra desvalorização de 3,09% em Minas Gerais, de 2,32% no Paraná, de 0,88% no Rio Grande do Sul, de 3,01% em Santa Catarina e de 0,34% em São Paulo. As mercadorias variam entre R$ 5,47 e R$ 5,81.
INDICADOR DO SUÍNO VIVO CEPEA/ESALQ (R$/kg)
| DATA | ESTADO | VALOR R$* | VAR./DIA | VAR./MÊS |
|---|---|---|---|---|
| 14/04/2026 | MG - posto | 5,65 | -3,09% | -14,00% |
| 14/04/2026 | PR - a retirar | 5,47 | -2,32% | -11,06% |
| 14/04/2026 | RS - a retirar | 5,66 | -0,88% | -10,02% |
| 14/04/2026 | SC - a retirar | 5,48 | -3,01% | -11,04% |
| 14/04/2026 | SP - posto | 5,81 | -0,34% | -12,10% |
Os valores são do Cepea.
O boi gordo é o bovino macho pronto para o abate, com peso mínimo de 16 arrobas líquidas de carcaça (aproximadamente 240 kg) e até 42 meses de idade. Atende aos padrões do mercado nacional e internacional, incluindo exportações para Europa, China e cota Hilton.
O frango congelado passa por congelamento rápido, com temperaturas abaixo de -12°C, garantindo maior vida útil para armazenamento e transporte a longas distâncias. Já o frango resfriado é mantido entre 0°C e 4°C, com validade de 5 a 7 dias, oferecendo textura e sabor mais próximos do fresco, ideal para consumidores exigentes e restaurantes.
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